De olhos vermelhos De pelo branquinho,
Dou saltos bem altos
Eu sou o coelhinho...
Coelhinho se fosse como tu
Tirava a mão da boca
E metia a mão no
Sirigaia iupi iupi ia ih oh
loucuras, devaneios, desejos, sonhos e tudo e tudo e tudo de uma mulher de trintas que se esconde no anonimato como o sol por detrás das nuvens em dias de tempestade
Mas como isso não interessa nem ao menino jesus, resta-me desejar a quem passa por aqui um bom fim de semana! o meu vai ser, ai vai vai! vou para terras de nuestros hermanos, olé!
O dia em que os maridos/namorados têm que fazer tudo o que elas querem, isto inclui a florinha e prendinha da praxe...
Mas esta gente será normal? Sinceramente, não há pachorra para tanta limitação, custa a acreditar numa merda destas! É que nem preciamos de correr o mundo, basta ver a nossa realidade há cerca de 40 anos em que os direitos sociais das mulheres eram tão mais limitados que os dos homens. Não podiam casar com quem queriam, sendo casadas não podiam mexer na sua propriedade, tinham de ter autorização do marido para viajar sozinhas para o estrangeiro e para trabalhar, as enfermeiras não podiam casar, as professoras não podiam casar com qualquer pessoa, a mulher não tinha direito de acesso a determinados lugares que se considerava que deviam ser ocupados por homens e viajando ainda mais no tempo vem a luta pelo direito ao voto.
E ainda hoje, apesar de apregoar-se aos ventos a igualdade dos sexos, todos sabemos que não é bem assim, vê-se nas estatísticas de emprego, de vencimento, de violência contra as mulheres.
Por isso, não me ofereçam flores no dia internacional da mulher, não quero nenhum tratamento especial, não quero jantares e jantarinhos com gajos deprimentes a tirarem a roupinha. Contribuamos antes todos para a igualdade de direitos entre homens e mulheres, igualdade nos direitos e igualdade nos deveres (esta última um pouco esquecida por muitas). Podem começar por aqui: http://www.respect-ev.org/index.php. Atenção que o vídeo é violento mas podem assinar sem o ver.